sábado, 26 de novembro de 2016

II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONAPAM

Ofício Circular 13/2016 CONAPAM/APASM-ICMBIO

Às instituições componentes do
CONSELHO CONSULTIVO DA APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA
Itamonte, 25 de novembro de 2016.

Assunto: II Reunião Extraordinária de 2016.
Senhores Conselheiros e Senhoras Conselheiras, 
1. Dando seguimento aos trabalhos do CONAPAM, temos a honra de convocar as instituições componentes para participarem da II Reunião Extraordinária de 2016, que se realizará no dia 7 de dezembro de 2016, quarta-feira, das 09:30 às 16:00 hs, na Sede da Floresta Nacional de Passa Quatro, em Passa Quatro – MG.
2. A proposta de pauta da reunião será:
09:30 – 10:00 – Boas vindas, conferência de quórum e aprovação Ata da IV Reunião CONAPAM
10:00 – 12:00 – Revisão do Regimento Interno do Conapam
12:00 – 12:45 – Fechamento Edital Renovação Parcial do Conapam
12:45 – 13:00 – Definição de datas e locais para reuniões do Conapam 2017
13:00 - 14:00 - Almoço
14:00 – 16:00 – Apresentação, debate e validação do Plano de Trabalho para a elaboração do Plano de Manejo da APASM pela empresa Detzel.
3. O local da reunião será na Sede da Floresta Nacional de Passa Quatro, sita à Estrada do Tabuão. s/n – Bairro Tabuão – Passa Quatro – MG. Telefone: (35) 3371-1356.
A equipe da APA da Serra da Mantiqueira está à disposição para qualquer informação adicional, no telefone (35) 3363-2136, ou no endereço eletrônico: apa_sm@icmbio.gov.br
Cordialmente,

PAULO HENRIQUE BORGES DE OLIVEIRA JÚNIOR
Chefe da APA da Serra da Mantiqueira
Presidente do CONAPAM

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

CURSO DE PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIAS DE BARRAGENS.

Curso sobre segurança de barragens aborda Plano de Ação de Emergência
16/11/2016- Abertura do curso chamada
Entre 16 e 18 de novembro, a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB) realizam o Curso sobre Utilização do Guia de Orientação e Formulários dos Planos de Ação de Emergência (PAE) de Barragens: Manual do Empreendedor – Volume IV. O evento acontece na Sala de Treinamento da ANA, que fica no edifício da Agência no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 4, Lote 370, em Brasília.
Esta capacitação é voltada aos empreendedores de barragens, que são os responsáveis legais pela segurança dos empreendimentos e pela elaboração do Plano de Ação de Emergência, quando exigido pela legislação. Participam do curso os convidados que se inscreveram até 31 de outubro.
O primeiro dia da programação terá dois módulos. O primeiro aborda conceitos, objetivos e informações gerais sobre o PAE. No segundo os participantes do curso aprenderão sobre a definição de critérios para identificar anomalias ou condições potenciais de ruptura da barragem, além dos procedimentos preventivos e corretivos a serem adotados em situações de emergência.
No dia 17 o curso terá quatro módulos. No primeiro deles serão apresentados os procedimentos de notificação e sistema de alerta para desencadear o aviso às populações sobre acidentes em potencial. Em seguida, as responsabilidades gerais no PAE serão o assunto apresentado. Na sequência, os participantes poderão aprender sobre modelos para elaboração de mapas que indiquem áreas a serem inundadas em função da ruptura de barragens. Treinamentos do PAE e seus planos de comunicação são os temas do último módulo do dia.
Em 18 de novembro, haverá um módulo sobre princípios de simulação de rompimento de barragem e estudo de brechas. Como último tema, os participantes poderão fazer um exercício prático de simulação de rompimento de barragem em que serão abordados temas, como: estudo de brechas, propagação de ondas de cheias e elaboração de mapas de inundação.
Todos os módulos serão apresentados por engenheiros. São eles: Ricardo Magalhães (CBDB), Carlos Henrique Medeiros (CBDB), Diego Balbi, Daisy Araújo (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) e Juliano Ramos (Geometrisa). 

                                             Plano de Ação de Emergência
De acordo com a Política Nacional de Segurança de Barragens, o PAE deve estabelecer as ações a serem realizadas pelo empreendedor, responsável pela barragem, em caso de situação de emergência. O instrumento também deve identificar os agentes que deverão ser notificados em caso de emergência.
O Plano de Ação de Emergência deve constar do Plano de Segurança da Barragem e conter a estratégia e a forma de divulgação e alerta para as comunidades potencialmente afetadas, procedimentos preventivos e corretivos, procedimentos para identificar mau funcionamento ou condições potenciais de ruptura, além da identificação e análise de possíveis situações de emergência.
Lei de Segurança de Barragens.
De acordo com a Política Nacional de Segurança de Barragens, é atribuição da ANA manter cadastro das barragens sob sua jurisdição, com identificação dos empreendedores, e fiscalizar o cumprimento das regras pelos empreendedores de barragens fiscalizadas pela Agência (aquelas localizadas em rios de gestão federal, os interestaduais ou transfronteiriços, submetidos à PNSB, e que não tenham como finalidade principal a geração hidrelétrica).
Os órgãos gestores estaduais de recursos hídricos possuem as mesmas atribuições no caso de barragens que acumulam água localizadas em rios de gestão estadual (quando a nascente e a foz do corpo d’água estão dentro dos limites do estado). No caso de barramentos de rejeitos minerais, essas mesmas atribuições são do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); no caso dos barramentos com concessão ou autorização do uso do potencial hidráulico, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL); e no caso de barragens que acumulam resíduos indústrias, do IBAMA ou órgãos ambientais estaduais, também a depender da localização do empreendimento. No total, há 43 órgãos fiscalizadores entre federais e estaduais.
Texto:Raylton Alves - ASCOM/ANA
Foto: Natália Sampaio / Banco de Imagens ANA


terça-feira, 15 de novembro de 2016

ENCONTRO ANA E CAPES PROMOVEM ENCONTRO PARA PRODUZIR MATERIAL DIDÁTICO SOBRE A AGUA

Encontro promove intercâmbio de experiências para produção de materiais didáticos sobre água
14/11/2016
Mesa de abertura
chamada
A Agência Nacional de Águas (ANA) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) realizaram o Encontro de Intercâmbio do Projeto Água entre 10 e 11 de novembro na sede da CAPES em Brasília, que buscou promover a troca de experiências entre os 40 projetos que participam do Programa de Apoio à Produção de Material Didático para a Educação Básica (Projeto Água).

Promovido pela ANA e pela CAPES, o Projeto Água tem como objetivo selecionar trabalhos de produção de material didático sobre o tema água, que contribuam para o processo de ensino e aprendizagem e para o desenvolvimento de conteúdos educacionais para uso nas escolas de educação básica, no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio.

Participaram da abertura do Encontro o chefe de gabinete da ANA, Horácio Figueiredo; a diretora substituta de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES, Izabel Pessoa; e a coordenadora de Apoio a Programas de Valorização das Licenciaturas da CAPES, Rose Monteiro.

Nos dois dias aconteceu o painel Compartilhando Experiências de Produção de Material Didático. Em 11 de novembro o tema do painel de encerramento foi teve como assunto Percepções sobre a Produção de Material Didático. Participantes do Projeto Água também expuseram seus produtos durante o Encontro.

A CAPES e a ANA apoiam 40 projetos no âmbito do Programa de Apoio à Produção de Material Didático para a Educação Básica. No total, o investimento chega a R$ 1,6 milhão (R$ 40 mil por projeto) para estimular a produção de materiais didáticos sobre água para utilização em educação básica. Tais materiais devem promover a disseminação dos conhecimentos sobre uso sustentável dos recursos hídricos entre os alunos e ser disponibilizados em forma de mídias adaptáveis para uso em rádio, internet, TV, tablets e celulares.

Os projetos selecionados são diversificados quanto aos temas, abordagens e formatos. Há projetos sobre pegada hídrica doméstica e uso racional, desenvolvimento de aplicativo de aprendizagem de conteúdos relacionados à bacia hidrográfica, proposta de jogo digital para a educação básica, captação de água da chuva como elemento educador, entre outras ações.

Participaram da seleção 72 projetos de instituições de educação superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, que desenvolvam trabalhos educacionais sobre os seguintes temas: água; usos múltiplos da água e consumo sustentável; situação dos recursos hídricos no Brasil e no mundo; cuidado com a água e mobilização social – especialmente com o público jovem; casos de sucesso no cuidado com a água; e metodologias de ensino e aprendizado com foco na mobilização e participação dos jovens.
Texto:Raylton Alves / Banco de Imagens ANA
Foto: Divulgação CAPES










Funciona preferencialmente no Mozilla

ENCONTRO ANA E CAPES PROMOVEM ENCONTRO PARA PRODUZIR MATERIAL DIDÁTICO SOBRE A AGUA

Encontro promove intercâmbio de experiências para produção de materiais didáticos sobre água
14/11/2016
Mesa de abertura
chamada
A Agência Nacional de Águas (ANA) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) realizaram o Encontro de Intercâmbio do Projeto Água entre 10 e 11 de novembro na sede da CAPES em Brasília, que buscou promover a troca de experiências entre os 40 projetos que participam do Programa de Apoio à Produção de Material Didático para a Educação Básica (Projeto Água).

Promovido pela ANA e pela CAPES, o Projeto Água tem como objetivo selecionar trabalhos de produção de material didático sobre o tema água, que contribuam para o processo de ensino e aprendizagem e para o desenvolvimento de conteúdos educacionais para uso nas escolas de educação básica, no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio.

Participaram da abertura do Encontro o chefe de gabinete da ANA, Horácio Figueiredo; a diretora substituta de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES, Izabel Pessoa; e a coordenadora de Apoio a Programas de Valorização das Licenciaturas da CAPES, Rose Monteiro.

Nos dois dias aconteceu o painel Compartilhando Experiências de Produção de Material Didático. Em 11 de novembro o tema do painel de encerramento foi teve como assunto Percepções sobre a Produção de Material Didático. Participantes do Projeto Água também expuseram seus produtos durante o Encontro.

A CAPES e a ANA apoiam 40 projetos no âmbito do Programa de Apoio à Produção de Material Didático para a Educação Básica. No total, o investimento chega a R$ 1,6 milhão (R$ 40 mil por projeto) para estimular a produção de materiais didáticos sobre água para utilização em educação básica. Tais materiais devem promover a disseminação dos conhecimentos sobre uso sustentável dos recursos hídricos entre os alunos e ser disponibilizados em forma de mídias adaptáveis para uso em rádio, internet, TV, tablets e celulares.

Os projetos selecionados são diversificados quanto aos temas, abordagens e formatos. Há projetos sobre pegada hídrica doméstica e uso racional, desenvolvimento de aplicativo de aprendizagem de conteúdos relacionados à bacia hidrográfica, proposta de jogo digital para a educação básica, captação de água da chuva como elemento educador, entre outras ações.

Participaram da seleção 72 projetos de instituições de educação superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, que desenvolvam trabalhos educacionais sobre os seguintes temas: água; usos múltiplos da água e consumo sustentável; situação dos recursos hídricos no Brasil e no mundo; cuidado com a água e mobilização social – especialmente com o público jovem; casos de sucesso no cuidado com a água; e metodologias de ensino e aprendizado com foco na mobilização e participação dos jovens.
Texto:Raylton Alves / Banco de Imagens ANA
Foto: Divulgação CAPES










Funciona preferencialmente no Mozilla

sábado, 12 de novembro de 2016

RETOMADA DO GRUPO DE TRABALHO MANTIQUEIRA



O Grupo de Trabalho Mantiqueira se reuniu na segunda-feira, 7, na Secretaria do Meio Ambiente (SMA) para definir suas próximas ações. O encontro contou com a presença do secretário do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
“Ações para a preservação da Serra da Mantiqueira são importantes, mas é fundamental levar em conta o equilíbrio econômico-financeiro do projeto a partir do equilíbrio ambiental”, disse Salles.
O GT Mantiqueira vai intensificar a divulgação de seus trabalhos com objetivo de se abrir mais ao diálogo. Além disso, o grupo também vai buscar recursos para realizar estudos mais adequados à gestão da área. A região abriga importantes ecossistemas e é grande produtora de água.


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

MOMENTO AJADES NO COMDEMA 2011


A FALTA D'ÁGUA NO MUNDO

No país com mais água doce do mundo, o Brasil, todo em verde neste mapa, 25 milhões de brasileiros passam sede. Por quê? Falta de planejamento e de gestão eficiente do uso da água. Temos tanta água doce e precisamos, juntos, exigir mais proteção e saneamento. No mundo, a situação é crítica. São 4 bilhões de pessoas, dois terços da população global, vivendo hoje em condições de severa falta d’água (http://goo.gl/6n3IMi). O levantamento holandês publicado na Science Advances revela implicações sociais e econômicas dessa crise sistêmica e conclui que o grande desafio do século é que todos os países encontrem modelos sustentáveis para suprir a crescente demanda por água potável. Com estudos sobre a situação hídrica regional, cada governo deveria ser estratégico na tomada de decisões para proteger ecossistemas, produzir de maneira mais eficiente e garantir água no futuro.

sábado, 5 de novembro de 2016

A FALTA DE COLETA SELETIVA NAS CIDADES DO VALE E OS LIXÕES

Lixões e falta de coleta seletiva ainda desafiam cidades do Vale

Lixão Aterro SJC
Foto: Claudio Vieira / OVALE


Mais da metade dos municípios avaliados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) ainda não implantaram o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos na região, como determina lei federal de 2010
Xandu Alves
São José dos Campos
Fiscalização do TCE (Tribunal de Contas do Estado) apontou que mais da metade dos municípios avaliados na Região Metropolitana do Vale do Paraíba ainda não implantou o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, exigência de lei federal de 2010.
Entre as determinações da norma, estão acabar com lixões a céu aberto nas cidades do país e implantar a coleta seletiva. Na região, de 15 cidades fiscalizadas, duas delas ainda têm lixões nas ruas e seis (40%) ainda não implantaram programas de coleta seletiva, segundo o TCE.
Do total das cidades avaliadas na região, sete municípios já implantaram o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e oito ainda não o fizeram, representando 53,33% da totalidade.
Dessas cidades, segundo a fiscalização do TCE, cinco estão com o plano em fase de elaboração, mas em duas o documento obrigatório ainda não foi iniciado.
A elaboração do plano é condição para que os municípios tenham acesso a recursos do governo federal que se destinem a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos.
Segundo o TCE, todos os municípios com “irregularidades e afrontas ao previsto na legislação” foram notificados para que providenciem sua adequação e a “correta destina-ção dos resíduos de lixo domiciliar e específicos”.
As irregularidades farão parte da avaliação das contas anuais que o TCE faz de cada município, além de poder gerar multa para as prefeituras.
Fiscalização. Inédita, a fiscalização foi feita pelo TCE em 163 municípios do Estado ao longo do mês de setembro. O Tribunal observou 43 itens relacionados à Lei 12.305, de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e outras regras do setor.
“Os critérios de seletividade [dos municípios] foram baseados em informações regionalizadas cruzadas com matriz de risco geradas por auditores e fiscais”, informou o TCE, que fará novas fiscalizações.
Na região, das 15 cidades visitadas, seis (40%) ainda não contam com cooperativas de catadores de materiais recicláveis, três (20%) não promovem ações de educação ambiental, sete (46,67%) não têm ecopontos para a população descartar resíduos sólidos, três (20%) não fiscalizam o setor, 11 (73,33%) não têm unidade de triagem de resíduos e todas elas ainda não criaram unidade de compostagem.
São José tem coleta seletiva em 95% da cidade
A Secretaria de Meio Ambiente de São José e a Urbam (Urbanizadora Municipal) informaram que a cidade conta com coleta seletiva em “95% da área urbana”, recolhendo cerca de 10% do total de resíduos do município, “um dos maiores índices do país”, segundo a pasta.
Por dia, em média, a cidade recolhe 530 toneladas de lixo orgânico, 50 toneladas de recicláveis e 4,27 toneladas de lixo hospitalar (saúde).
“São José conta com o Aterro Sanitário que segue em processo de modernização, com a geração de energia e venda de créditos de carbono por meio da captação do biogás.”
As pastas informaram que o Plano de Resíduos da cidade prevê “redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos”, o que também inclui um programa de compostagem e outros regulares de educação ambiental, com equipes permanentes.
Procuradas, as demais prefeituras não comentaram.
Fiscalização do TCE
Cidades avaliadas
São José dos Campos, Jacareí, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Aparecida, Cruzeiro, Caçapava, Cachoeira Paulista, Jambeiro, Lorena, Paraibuna, Piquete, Roseira, Santa Branca e Tremembé
Plano de resíduos
Ainda não fizeram o plano obrigatório por lei federal: Pinda, Cruzeiro, Cachoeira, Jambeiro, Lorena, Piquete, Santa Branca e Tremembé
Lixões
Têm lixões a céu aberto: Aparecida e Lorena
Coleta seletiva
Ainda não fazem a coleta seletiva: Cruzeiro, Jambeiro, Paraibuna, Roseira, Santa Branca e Tremembé

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"CONSTRUINDO PROJETO PSA-APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA.


Reunião de Trabalho "Construindo Projeto PSA - APA Serra da Mantiqueira" com troca de experiências de Programas de PSA dos municípios de Extrema, Guaratinguetá, Itanhandu e Delfim Moreira, de muito aprendizado e conhecimento, na busca da proteção e preservação, através de um desenvolvimento sustentável da Serra da Mantiqueira! 











quinta-feira, 3 de novembro de 2016

PORTAL ME-ABERTAS INSCRIÇÕES PARA CURSO SOBRE AGRICULTURA FAMILIAR

PORTAL MEC - Abertas inscrições para curso sobre agricultura familiar

 Estão abertas até 4 de novembro próximo as inscrições on-line para o curso O Pnae e a Agricultura Familiar, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao Ministério da Educação. O curso destina-se a gestores educacionais de estados e municípios que pretendem aprimorar conhecimentos sobre o processo de aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

 Com vagas limitadas, o curso será oferecido na modalidade a distância, entre 16 de novembro e 23 de dezembro. As aulas, a serem ministradas na própria plataforma das inscrições, contarão com quatro módulos, que abordam desde o histórico do Pnae até discussões sobre a execução do programa, como a segurança alimentar.

 Durante o curso, os participantes terão autonomia para estabelecer rotinas de estudo, pois estará disponível a opção de download do material, uma opção para quem vive em regiões de difícil acesso à internet. Apenas a avaliação final precisará ser feita on-line.

 O curso terá carga horária de 40 horas, sem tutoria. Todos os participantes aprovados receberão certificado expedido pelo FNDE em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

 As inscrições e esclarecimento de dúvidas estão disponíveis na plataforma do FNDE. Mais informações no endereço eletrônico didaf@fnde.gov.br.

 Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE

 Veja no site

REUNIÃO DO CONSELHO CONSULTIVO DA APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA

Ofício Circular 12/2016 CONAPAM/APASM-ICMBIO

Às instituições componentes do
CONSELHO CONSULTIVO DA APA DA SERRA DA MANTIQUEIRA
Visconde de Mauá, 02 de novembro de 2016.
Assunto: IV Reunião Ordinária de 2016.

Senhores Conselheiros e Senhoras Conselheiras,

1. Dando seguimento aos trabalhos do CONAPAM, temos a honra de convocar as instituições componentes para participarem da IV Reunião Ordinária de 2016, que se realizará no dia 8 de novembro, terça-feira, das 09:00 às 17:00h, na Sede do Parque Estadual da Pedra Selada, Visconde de Mauá - RJ.

2. A proposta de pauta da reunião será:

9:00 – 09:30 - Abertura 

09:30 – 10:30 - 
Licenciamento: Parecer PFE ICMBio para APAs e adiamento do tema para próxima reunião

10:30 – 11:30 - PSA - Resultado da reunião de trabalho de 04/11  e encaminhamentos
11:30 – 12:30 -  Plano de Manejo - com apresentação do André – AGEVAP (a confirmar, inclusive com a assinatura do contrato AGEVAP - Detzel na reunião)
12:30 – 13:30 - Almoço
13:30 – 14:00 Indicação Reuniões 2017
14:00 – 15:00 - Edital de renovação do Conapam - Setores, procedimentos e cronograma 
15:00 – 15:40 - GT montanha – “Critérios Temporários” e apresentação do Termo de Referência Geral da APASMDiscussão sobre a transformação do GT em Câmara Técnica no CONAPAM
15:40 – 16:00 - GT comunicação -  Informe sobre as ferramentas de comunicação e planejamento do GT

16:00 – 16:30 - Estrada parque Campos do Jordão - Guaratinguetá – Informes

16:30 – 17:00 - Informes e confraternização


3. O local da reunião será na Sede do Parque Estadual da Pedra Selada.
Endereço: Rua Presidente Wenceslau Braz, s/n, Centro, Visconde de Mauá (RJ)Telefone: (24) 3387-2318.

A equipe da APA da Serra da Mantiqueira está à disposição para qualquer informação adicional, no telefone (35) 3363-2136, ou no endereço eletrônico: apa_sm@icmbio.gov.br

Cordialmente,
PAULO HENRIQUE BORGES DE OLIVEIRA JÚNIOR
Chefe da APA da Serra da Mantiqueira
Presidente do CONAPAM